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Esta árvore, na rua Viçosa, em Belo Horizonte, é uma boa metáfora para se compreender a liberdade humana.

Winnicott diz que uma criança sem limites ficaria louca. Ela só se torna livre quando consegue ter para si consciência de seus limites. Não há liberdade se não há sujeito. Só há sujeito, ego, quando há limites. É a partir destes limites que qualquer movimento é sentido e se torna possível.

As grades que penetram a árvore são como os valores e a linguagem que vão possibilitar a sustentação do sujeito no meio no qual ele vive.