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Recomendo a leitura do cap. 7 do livro “Budapeste, Viena, Wiesbaden”, do Prof. Gustavo Dean-Gomes: https://amzn.to/3ojoBzS

 

gustavo

Live Eugenio

 

Pessoal, nessa semana farei duas lives sobre Ferenczi, conversando com os colegas Eugênio Canesin Dal Molin (8/1) e Gustavo Dean-Gomes (9/1), no meu canal (youtube.com/fabiobelo76).
 
Para a primeira live, recomendo a leitura prévia:
 
Ferenczi. A quem se conta os sonhos. Vol. 2.
https://youtu.be/D0YuReZvFZA
 
Eugênio Canesin Dal Molin (2012) Fresh old news from Ferenczi about the function of dreams: The dream as a Kur, as a treatment and as a Gyógyászat
 
Gondar, Jô. (2013). Ferenczi e o sonho. Cadernos de psicanálise (Rio de Janeiro), 35(29), 27-39. Recuperado em 03 de dezembro de 2020, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-62952013000200002&lng=pt&tlng=pt.
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/cadpsi/v35n29/a02.pdf
 
Divulgo em breve as informações sobre a live de sábado, dia 9.

 

Conversa, com Fernanda Dusse e Francisco Freitas, sobre o Complexo de Édipo.

edipo cego

 

https://open.spotify.com/episode/6iNbexzyIwEIsU8aJZVdsf?si=rtF9Q0vFS-Kc4X3-Pd3NSw

 

Primeiro encontro: 20/07/20, 13h.

Crítica da razão negra, p. 11-54.

https://youtu.be/fXrl2oudnqA 

 

Segundo encontro: 27/07/20, 13h

Crítica da razão negra, p. 44-102.

https://youtu.be/gAkftvHnJi0

 

Terceiro encontro: 03/08/20, 13h

Crítica da razão negra, p. 102-141.

https://youtu.be/L87SRQBkJR0

 

Quarto encontro: 17/08/20, 13h

Crítica da razão negra, p. 143-182.

https://youtu.be/ya5SIdTL5FE

 

Quinto encontro: 31/08/20, 13h

Crítica da razão negra, p. 185-227.

https://youtu.be/NSTc38kFXAc

 

Sexto encontro: 28/09/20, 13h

Crítica da razão negra, p. 229-261.

https://youtu.be/lI6xL-7b4jU

 

Sétimo encontro: 05/10/20, 13h

Crítica da razão negra, p. 263-315.

https://youtu.be/8OhPfCT6BbI

 

 

 

critica2

Textos que vamos ler juntos nas lives de 5a, 18h30, durante a quarentena: https://docs.google.com/document/d/1zNI2hIiU4PZ0gWvBLINvSOivbivwZHfLJSjsyETQKLo/edit?usp=sharing    

Pessoal, reuni numa pasta do google drive artigos sobre atendimento virtual – em psicologia e em psicanálise. Se alguém tiver mais material com referência e quiser me mandar, agradeço!   https://drive.google.com/open?id=1DMn9XO4G9qBhoHM2wKsJe1SMEV1SCVNt

Meu texto sobre o HQ “Desconstruindo Una”: hquna

O vídeo sobre o livro pode ser visto aqui:

https://youtu.be/pd-g0oD7Kyg 

Para comprar o livro da autora, aqui:

https://amzn.to/31oQevE

digital

Texto que apresento em Porto Alegre, no dia 29/06/19. Aberto a comentários e sugestões, pelos quais agradeço!

 

https://docs.google.com/document/d/1vTnu7GtBhkBMsk7TZ8ILe4J_7ydgMJcbwOt1Y22k1xc/edit?usp=sharing

 

 

carta-de-freud

19 de abril de 1935

Minha querida Senhora,

Lendo a sua carta, deduzo que seu filho é homossexual. Chamou fortemente a minha atenção o fato de a senhora não mencionar este termo na informação que acerca dele me enviou. Poderia lhe perguntar por que razão? Não tenho dúvidas que a homossexualidade não representa uma vantagem. No entanto, também não existem motivos para se envergonhar dela, já que isso não supõe vício nem degradação alguma.

Não pode ser qualificada como uma doença e nós a consideramos como uma variante da função sexual, produto de certa interrupção no desenvolvimento sexual. Muitos homens de grande respeito da Antiguidade e Atualidade foram homossexuais, e dentre eles, alguns dos personagens de maior destaque na história como Platão, Miguel Ângelo, Leonardo da Vinci, etc. É uma grande injustiça e também uma crueldade, perseguir a homossexualidade como se esta fosse um delito. Caso não acredite na minha palavra, sugiro-lhe a leitura dos livros de Havelock Ellis.

Ao me perguntar se eu posso lhe oferecer a minha ajuda, imagino que isso seja uma tentativa de indagar acerca da minha posição em relação à abolição da homossexualidade, visando substituí-la por uma heterossexualidade normal. A minha resposta é que, em termos gerais, nada parecido podemos prometer. Em certos casos conseguimos desenvolver rudimentos das tendências heterossexuais presentes em todo homossexual, embora na maioria dos casos não seja possível. A questão fundamenta-se principalmente, na qualidade e idade do sujeito, sem possibilidade de determinar o resultado do tratamento.

A análise pode fazer outra coisa pelo seu filho. Se ele estiver experimentando descontentamento por causa de milhares de conflitos e inibição em relação à sua vida social a análise poderá lhe proporcionar tranqüilidade, paz psíquica e plena eficiência, independentemente de continuar sendo homossexual ou de mudar sua condição.

Sigmund Freud